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Startup Indicium chega aos ecossistemas nacional e internacional através do LinkLab

Tempo aproximado de leitura: 8 minutos Palavras chave:  Inovação aberta, Conexão, Case de sucesso Por meio de eventos, o LinkLab, programa de inovação aberta da ACATE, proporcionou à startup Indicium a conexão com a Whirlpool, corporate líder no mercado de eletrodomésticos que possui atuação em diversas regiões do Brasil, além de países da América Latina e Estados Unidos. A startup florianopolitana e associada à ACATE, fundada em 2017, fornece serviços que auxiliam empresas na tomada de decisões através do uso de dados. A conexão entre as empresas se deu através do evento Linklab Open Day, realizado em outubro de 2019, no CIA Primavera, que reuniu 24 corporates, além da Whirlpool. O evento contou com pitch das startups e networking para realização de negócios. No ano seguinte, as duas empresas novamente se encontraram através do LinkLab, no Pitch Day Whirlpool realizado pelo programa de inovação aberta em em sua unidade de Joinville, onde a corporate possui unidade fabril e o seu maior Centro de Tecnologia de Refrigeração no mundo, responsável por desenvolver produtos com base nas tendências e evoluções do setor de bens de consumo e tecnologia. Durante o evento, a Indicium conheceu os desafios da corporate e apresentou suas soluções que poderiam atender à empresa.  Para Isabela Blasi, cofundadora da Indicium, o LinkLab abriu portas para a startup entrar no universo de corporates e concorrer com grandes empresas de consultoria de dados. “O LinkLab permitiu que conseguíssemos acessar esse ecossistema e mostrar nosso valor. Através do poder das conexões, conseguimos desenvolver projetos de magnitude nacional e internacional. Aprendemos muito e criamos proximidade com o ambiente de SC e mundial." A cofundadora da Indicium destaca também que o contato com a ACATE e a Whirlpool auxiliou a startup a criar autoridade no mercado de consultoria de dados, além de desenvolver equipes para a prática de treinamentos, projetos complexos e estratégias de expansão internacional. Entre as iniciativas desempenhadas está a Indicium Academy com o objetivo de escalar, criar profissionais dentro da metodologia e realizar contratações mais rápidas. Segundo Blasi, o time de colaboradores da startup, formado por desenvolvedores, cientistas e engenheiros de dados, mostrou-se incentivado e autoconfiante para os novos desafios da empresa e para maximizar o potencial de ainda mais negócios por meio da transformação de dados em insights. Como startups podem se conectar a corporates com o LinkLab? As conexões desenvolvidas pelo programa de inovação aberta da ACATE podem se dar através dos eventos realizados pelo LinkLab, como o Open Day, o Roadshow, Innovation Kickoff, Pitch Day, entre outros que reúnem startups para apresentarem suas soluções para as mais de 30 corporates participantes do programa. A divulgação dos eventos podem ser acompanhadas no site da ACATE, nas notícias e na agenda do ecossistema, além das redes sociais do LinkLab: Facebook, Instagram e LinkedIn. As empresas também podem se conectar através dos desafios abertos pelas corporates e divulgados para as startups desenvolverem soluções. Neste link, pode-se conferir os serviços, produtos e processos que as médias e grandes empresas buscam inovar. Além disso, é possível se cadastrar em um rápido formulário para receber as novidades do LinkLab.

8 livros sobre inovação que você precisa ler

Tempo aproximado de leitura: 5 minutos Palavras chave:  Inovação aberta, Indicação de livros, Transformação cultural Ler é importante para quem deseja expandir seu conhecimento e aprimorar habilidades para evoluir tanto na carreira quanto no pessoal. E claro que quando falamos da área de Tecnologia e Inovação há sempre muito o que aprender! O quanto você está por dentro das mudanças? Para você entender de maneira mais profunda os impactos dessas tecnologias, separamos 8 livros de Tecnologia e Inovação que você precisa ler o mais rápido possível.   Humanocracy Ao redor do mundo, gerações inovadoras que já nasceram ligadas às novas tecnologias estão adentrando o mercado de trabalho. Humanocracy aponta a saída para essa questão, mostrando como as organizações podem reduzir suas barreiras e dar espaço aos colaboradores, sem perder de vista o papel da liderança.   A Startup Enxuta Eric Ries explica, em detalhes, os processos, ferramentas e modos de pensar adotados por startups de sucesso para transformar uma ideia e poucos recursos em um negócio de sucesso. Com sugestões práticas para os mais diversos momentos enfrentados por uma startup, as dicas podem ser usadas por empreendedores iniciantes, ou para estabelecer times de inovação nas empresas consolidadas.   The Innovator’s Method O The Innovator’s Method, discutindo em detalhes ferramentas e conceitos como lean startup, design thinking, e metodologias ágeis, e mostrando como realizar uma aplicação eficaz dessas técnicas.   O DNA do Inovador Qual é a essência de um inovador? Essa é a pergunta que três dos maiores especialistas no assunto abordam em DNA do inovador. Além de traçar os perfis mais comuns entre líderes inovadores, o livro ainda mostra quais habilidades você deve estudar para se tornar um deles.   Organização Guiadas por Idéias Uma Organização guiada por ideias sabe como ouvir e implementar estas sugestões, utilizando plataformas de intraempreendedorismo para empoderar seus colaboradores e fortalecer uma cultura de melhoria contínua, crucial para a sobrevivência na era digital.   Transformação Radical Com avaliações, exercícios, canvas para você baixar e aplicar com seu time, além de muito conhecimento agregado em anos de trabalho com empresas que desejam inovar e startups, os autores trazem neste livro o caminho ideal para que você possa sair do lugar e ir em direção ao mundo das empresas que mais crescem no mercado: as que investem na inovação como uma competência fundamental para o sucesso.   Ponte para inovação Ao apresentar os 32 vetores que tornaram Florianópolis em dos ambientes mais competitivos para o desenvolvimento de negócios nas áreas de tecnologia e inovação no Brasil, esse livro oferece um eficiente roadmap para gestores públicos e para gestores de inovação de grandes empresas, assim como para empreendedores e investidores. E 100% do valor será convertido para formação de talentos em TI, sendo 80% das vagas destinadas às mulheres.   Innovation thinking methods Construir coisas melhores com "funções escalonadas" será o trabalho de todo inovador nos próximos anos. Este livro apresenta A estrutura que pode ajudá-lo a encontrar essas soluções de forma simples e confiável. Conheça nossa página de desafios, onde nosso objetivo é conectar corporates a startups para realizarem inovação aberta.

4 mitos sobre cultura da inovação que todo profissional deveria conhecer 

Tempo aproximado de leitura: 6 minutos Palavras chave:  Inovação aberta, Diferencial, Competitividade, Situações de crise, Superação Inovação nada mais é que descobrir formas de resolver problemas de forma rápida e eficaz. Ao contrário do que muitos imaginam, inovar não é desenvolver algo revolucionário, mas é um processo contínuo em que se busca melhorar, para isso é necessário criar uma cultura de inovação dentro da organização.  Emilio Volpe, analista de inovação do LinkLab Ágora (Joinville), programa de inovação aberta da ACATE, explica por que existem tantas ideias ainda confusas sobre inovação e de que maneira isso prejudica as empresas. “Grandes empresas naturalmente criam processos robustos e "a prova de erros", por um lado isso é necessário para que as coisas não fujam do controle, mas por outro acaba inibindo o desenvolvimento de ideias e abertura a aprendizado (errando para aprender). . Isso faz com que muitas iniciativas morram sem aprendizado nenhum e só causem um sentimento ainda maior de aversão à inovação”, declara Volpe.  Leia mais: 5 passos para entender a inovação aberta Agora que você já entendeu o que é cultura de inovação, confira 4 ideias erradas que muitas corporates possuem e que podem dificultar na hora de implementar essa cultura na empresa:  

  •  Inovação é somente para startups
  Algumas corporates supõem que toda startup tem dinheiro sobrando para inovar, pois recebem investimentos milionários, mas essa não é a realidade. Muitas startups se capitalizam via bootstrapping, ou seja,  começam um negócio a partir de recursos limitados, sem o apoio de investidores.  Vale ressaltar que mesmo com alguns velhos hábitos e vícios que possam dificultar, é possível que empresas tradicionais inovem. A inovação é uma decisão competitiva de empresas que desejam acompanhar as mudanças que vão surgindo com o tempo e que não querem ficar para trás.  
  • Inovação é só para quem tem dinheiro 
  Ao contrário do que muitos pensam, a inovação pode acontecer sem enormes investimentos. Uma inspiração ou, até mesmo, mudanças internas, sem a necessidade de uma quantia de dinheiro para a realização, também são importantes e impulsionam a cultura de inovação da organização. Exemplo disso, são mudanças no setor de logística, a fim de melhorar a agilidade nas entregas. Lembre-se que, para que a melhoria contínua de processos internos aconteça, é necessário apoio total dos colaboradores e uma boa comunicação interna.  
  •  Inovação é o mesmo que criatividade 
  É preciso deixar claro que ser apenas criativo e não executar a ideia, de nada ajuda no caminho da inovação. Todo produto ou ideia brilhante que você tenha, não quer dizer que está inovando de fato. É preciso sempre ter em mente que a inovação só acontece quando essas ideias são postas em prática, através de tarefas simples, mas que geram valor para a organização.  
  • Inovação é sobre novas tecnologias
  Por último, mas não menos importante, um dos maiores mitos sobre cultura de inovação tem a ver com tecnologia. Como boa parte dos negócios que mais chamam a atenção nos últimos anos têm forte base tecnológica, é natural que muitas pessoas confundam inovação com tecnologia. Contudo, a tecnologia é apenas um meio para que a inovação aconteça, e não algo imprescindível.  Certamente, a tecnologia trouxe muitos avanços e facilitadores, mas você pode inovar resolvendo problemas internos sem que seja necessário o uso da tecnologia. Para colocar um fim, de uma vez por todas, nessas ideias confusas e entender na prática o que é cultura de inovação, vale a pena conhecer o LinkLab. O LinkLab aproxima e suporta as corporates durante todo o processo de transição cultural, expondo as corporates ao ambiente de inovação e ajudando a traduzir e guiar pelos novos processos. Ficou interessado?  Acesse o site do LinkLab e fique por dentro de todas as novidades e próximas oportunidades para que a sua empresa esteja cada vez mais conectada com o mercado. Conheça nossa página de desafios, onde nosso objetivo é conectar corporates a startups para realizarem inovação aberta.

Como a inovação aberta é vista como diferencial?

Tempo aproximado de leitura: 6 minutos Palavras chave:  Inovação aberta, Diferencial, Competitividade, Situações de crise, Superação Como inovação aberta é vista como um diferencial? A pandemia que iniciou em 2020 e segue em 2021 acelerou a percepção da necessidade de empresas inovarem em seus processos, visto que adaptações foram essenciais, por exemplo, em processos que antes eram presenciais e precisaram se tornar digitais. Para muitos destes negócios, a saída foi a inovação aberta, ou seja, buscar auxílio de outras empresas para solucionar dores atuais ou aproveitar oportunidades que podem surgir com as mudanças do mercado. Nesta questão, encontra-se um dos diferenciais da inovação aberta, pois ela permite que as empresas se mantenham competitivas em situações de crise ou não. Um dos exemplos de inovação aberta durante a pandemia, é o case do LinkLab, programa de inovação aberta da ACATE, que conectou a rede de supermercados Hippo à startup de logística Equilibrium. A parceria entre a corporate e a startup promoveu uma tecnologia que garantiu um aumento nas entregas diárias do Hippo.  Em oposição à inovação aberta, está a fechada, em que as empresas buscam inovar apenas com soluções que surgem internamente, de seus colaboradores da área de Pesquisa & Desenvolvimento. Em comparação entre as duas, a inovação aberta traz o diferencial de diversificar o conhecimento no momento de propor ideias. Ou seja, este tipo de inovação é uma oportunidade de se agregar experiências que outros profissionais e empresas possuem para contribuir no desenvolvimento de soluções. Isso também garante que se faça um melhor uso das ideias, sejam elas internas ou externas. Outro case do LinkLab é a conexão entre a rede de varejo Koerich e a startup Donc!, fornecedora de tecnologia para gestão de serviços externos. Na parceria, através de uma aplicação desenvolvida pela startup, o Koerich otimizou seu processo de montagem e de atendimento ao cliente. Além do auxílio da startup, os colaboradores do setor de montagem e os clientes da corporate fizeram parte do processo de inovação apresentando suas dificuldades e ideias que serviram de base para o desenvolvimento da solução.  A possibilidade de divisão do processo de inovação com outras empresas também garante a redução de custos, visto que a inovação aberta promove a agilidade para realizar entregas devido ao foco das startups na entrega de produtos e serviços que atendam o cliente. Além disso, a conexão entre startups e corporates é essencial para ambas as partes se auxiliarem e se desenvolverem juntas, pois as pequenas empresas podem apresentar falta de recursos para evoluir seus projetos, enquanto as grandes empresas possuem mais recursos financeiros e necessitam de soluções que podem ser desenvolvidas pelas startups.  Os princípios da inovação aberta também deixam para trás alguns posicionamentos das empresas que praticavam a inovação fechada, entre eles a ideia de que o negócio que obter a inovação primeiro terá melhores resultados. Enquanto que, com a inovação aberta, percebeu-se que construir um bom modelo de negócio é melhor do que ser pioneiro no mercado. Além disso, retira-se a necessidade de que o negócio deve descobrir a solução, pois as empresas não precisam originar a pesquisa para que possam obter melhores processos e resultados. Conheça nossa página de desafios, onde nosso objetivo é conectar corporates a startups para realizarem inovação aberta.

Saiba quais são as 5 habilidades em tecnologia mais requisitadas pelo mundo corporativo

Tempo aproximado de leitura: 8 minutos Palavras chave:  Novas tecnologias, Tendências, Habilidades requisitadas, mercado, corporativo As mudanças que acontecem nas tecnologias e no mercado de trabalho não impactam apenas os negócios, mas também afetam os atuais e futuros profissionais de uma empresa. A transformação digital, por exemplo, exige que os colaboradores ou aqueles que procuram por um emprego se atualizem e desenvolvam habilidades que são requisitadas pelo mundo corporativo e, consequentemente, gerarão mais oportunidades tanto para o negócio quanto para o currículo profissional.   Pensando nisso, o Blog da ACATE destaca alguns hard skills importantes em 2021 para o setor da tecnologia:  

  • IA e Machine Learning
A demanda por profissionais técnicos em Inteligência Artificial e Machine Learning é crescente ao passo que se desenvolvem mais ferramentas e serviços inovadores que utilizam essas tecnologias em empresas de diversos setores. Segundo pesquisa da Burning Glass Technologies, empresa que fornece análises do mercado de trabalho, a demanda por experiência em IA e Machine Learning, está bem distribuída entre diversas áreas, mas encontra-se em maior taxa nos seguintes setores: professional services, finanças e seguros, tecnologia da informação e manufatura. Habilidades em TensorFlow, Python, Java, R, Processamento de Linguagem Natural e construção de chatbots são experiências complementares a IA e Machine Learning, que também são interessantes para o momento.   
  • Nuvem
A experiência em nuvem também é uma das mais requisitadas em negócios do setor de tecnologia e de outros ramos, isso se deve à mudança da infraestrutura tradicional de servidores para plataformas que fornecem soluções em nuvem. O estudo da Burning Glass Technologies também aponta que a demanda pela habilidade de tecnologia em nuvem também é distribuída entre os setores, sendo mais utilizada nos seguintes: serviços profissionais, finanças e seguros e tecnologia da informação. A principal provedora de serviços e certificação em nuvem é a Amazon Web Services (AWS).   
  • Automação de TI
A demanda por habilidades em automatização de processos digitais e fluxos de trabalho é estimada que cresça em 59% nos próximos cinco anos, conforme dados da Burning Glass Technologies. Além disso, o estudo da empresa aponta que a habilidade em automação de TI oferece oportunidades em diversas posições, como: Desenvolvedor de Software, Engenheiro de DevOps, Desenvolvedor sênior de Software, Engenheiro de Sistemas e Desenvolvedor ou Engenheiro Java.  
  • Computação Quântica
O estudo da Burning Glass Technologies destaca que a experiência em construção e otimização de computadores quânticos será uma das habilidades mais demandadas durante os próximos cinco anos. Segundo a pesquisa, as vagas que requisitarão conhecimento em computação quântica crescerão em 135%. O setor que mais demandará esta habilidade é o de professional services.  
  • Tecnologias em IOT e Fintech
Internet das Coisas e Fintechs são áreas em crescimento e que possuem alta demanda por tecnologias e profissionais que desenvolvam soluções, por exemplo, em tecnologias conectadas relacionadas a IOT, que demanda pela conexão de ferramentas físicas e de infraestrutura de telecomunicações para habilitá-las. Com relação a fintech, a habilidade requerida é blockchain, que se refere à segurança e eficiência de transações financeiras

Tendências de inovação para 2021

Tempo aproximado de leitura: 10 minutos Palavras chave: Inovação aberta, transformação digital, Novas tecnologias, Tendências A transformação digital, a pandemia, os impactos ambientais, e outros tantos desafios exigem que os negócios estejam dispostos a buscar soluções inovadoras para as suas dores e, também, para as necessidades de seus clientes. Estar atento às tendências do mercado de tecnologia e inovação pode ser um dos principais fatores para determinar a sobrevivência e prosperidade de uma empresa em momentos adversos.  Confira aqui algumas tendências de inovação para 2021: 

  1. Tecnologias voltadas para à saúde: A crise sanitária da pandemia  Covid-19 exigiu o esforço de profissionais de linha de frente, de pesquisadores, da população mundial e, também, exigiu condições estruturais de hospitais, laboratórios e organizações de saúde. 
Estes desafios podem ser oportunidades para que empresas de tecnologia desenvolvam produtos inovadores que busquem soluções ou melhorias de processos médicos, operacionais e administrativos de organizações. Além disso, a telemedicina foi uma das iniciativas tecnológicas que se expandiu durante a pandemia e, para 2021, espera-se avanços nas áreas de biotecnologia e IA.  Através da Vertical Saúde da ACATE, empresas podem estabelecer networking com outros negócios do segmento, entender desafios de planos de saúde, hospitais e clínicas, e realizar negócios que visem à promoção de saúde.  
  1. Serviços remotos: A pandemia também impôs a necessidade de isolamento social em diversos âmbitos. No trabalho, colaboradores que atuam em áreas que poderiam trabalhar remotamente passaram a exercer suas atividades em home office, isso expandiu o uso de ferramentas tecnológicas, como contatos via videoconferência, organização e gerenciamento de processos.
Além do campo profissional,  os setores de educação online também cresceram, sendo utilizados desde o ensino infantil até cursos superiores e profissionalizantes. A Alura, que oferece capacitações em diversas áreas, é um dos exemplos de promoção de ensino e aprendizagem de forma online. A empresa se expandiu durante a pandemia com a aquisição da edtech PM3 Outro serviço que cresce é o de entregas, por exemplo, no ramo alimentício, que em 2020 teve um aumento de 149% em compras no Brasil, segundo dados da startup de gestão de finanças pessoais Mobilis.               1.1 Transformação digital e automação industrial: Aliada a tecnologias como IA, robótica e IoT, a automação industrial será uma solução alternativa para a operação da manufatura em 2021, quando se espera uma crescente demanda no setor de fabricação e cadeias de suprimentos. Pensando nesta tendência, a ACATE uniu as Verticais de Manufatura e IoT, Big Data & AI, e criou a Vertical Manufatura 4.0, que reúne competências complementares para que empresas desenvolvam soluções para a indústria, compartilhem conhecimento e realizem negócios.                 1.2 Tecnologia 5G: A eficiência e a rápida conectividade do 5G impactará na transformação digital de negócios com o impulsionamento de tecnologias como IA, IoT e Realidade Aumentada em diversos segmentos e processos. A implementação desta tecnologia no Brasil é estimada para a metade de 2022. Mas, empresas associadas à ACATE já trabalham em soluções inovadoras que utilizam 5G, como a startup PackIOT, selecionada para o programa de inovação 5G da AWS em Portugal.                 1.3 ESG: A sigla, que em inglês designa Environmental, social and corporate governance  (ambiental, social e governança) refere-se a uma nova forma para a prática de negócios diante de impactos ambientais e sociais. A prática de ações de respeito ao meio ambiente e aos direitos humanos se tornaram fundamentais para que consumidores e investidores se aproximem das empresas e seus produtos. Com relação a governança, leva-se em conta a gestão da empresa, sua transparência financeira, ações de equidade e diversidade, entre outros aspectos.  Para estabelecer práticas de ESG, os avanços tecnológicos, Big Data e IA podem ser meios para encontrar soluções.                 1.4 Inovação aberta: A inovação aberta é uma forma de empresas de diversos portes resolverem dores com o auxílio de soluções de outras empresas. Além disso, é uma oportunidade para que startups insiram seus produtos e soluções no mercado e realizem negócios.  O programa LinkLab da ACATE é uma destas oportunidades, pois oferece a startups a possibilidade de realização de negócios com corporates que disponibilizam suas dores através da página de desafios. Quer saber mais sobre inovação aberta? Confira o artigo 5 passos para entender inovação aberta. Esse e outros conteúdos podem ser lidos no Blog Linklab.  

Koerich otimiza processos e aumenta produtividade através da conexão com a startup Donc!

Tempo aproximado de leitura: 5 minutos Palavras chave: caso de sucesso, inovação aberta na prática, gestão de serviços A corporate Koerich, uma das maiores empresas do varejo em SC, encontrou através do LinkLab, programa de inovação aberta da ACATE, uma solução para melhorar seus processos de logística no setor de montagem. Por meio de um desafio, o Koerich se conectou à startup Donc!, fornecedora de tecnologia para gestão de serviços externos. O desafio do Koerich estava na necessidade de facilitar a logística e comunicação interna, com seus montadores, além de aprimorar a comunicação externa, com seus clientes. A dificuldade identificada pela corporate era que o montador precisava ir até a loja e aguardar a impressão das ordens de serviço para então realizar seu trabalho. Essa situação demandava tempo e gasto com impressões, em torno de 30 mil páginas por mês. Com o auxílio de uma tecnologia desenvolvida pela Donc!, a Koerich pode agilizar este processo, e também, diminuir o número de impressões.  O aplicativo de smartphone agora utilizado pelo Koerich apresenta a distribuição de ordens de serviços, rastreamento de rotas, funcionamento off-line e comunicação automatizada com o cliente. A inovação no setor de montagem garante que os montadores iniciem seu dia com as ordens de serviço em mãos e melhorem sua produtividade em cerca de três a quatro horas diárias. Todo o processo de desenvolvimento da tecnologia pela Donc! foi pautado nas experiências e necessidades dos colaboradores e dos clientes.  Maurílio Stelzner, supervisor de montagem externa do Koerich, destaca que a conexão com a startup atingiu seu objetivo."A parceria com a Donc! foi muito feliz, existiu de fato uma proximidade e interesse no desenvolvimento da solução. As etapas e entregas foram cumpridas conforme alinhado inicialmente e o objetivo principal foi alcançado com sucesso: melhorar a experiência do cliente."  A Donc!, através da parceria com a Koerich, se especializou no desenvolvimento de tecnologias para equipes de grandes varejistas. “A troca de conhecimento e o sucesso do case nos deram a autoridade de mercado que fez toda a diferença no crescimento da Donc!, e permitiu com que nossa empresa entregasse ainda mais valor para nossos clientes”, afirma Thomás Pessoa, CEO da Donc!.   A experiência com o LinkLab   O programa de inovação aberta estabeleceu a conexão entre ambas as empresas através dos desafios, em que mais de 30 médias e grandes empresas, entre elas o Koerich, buscam aprimorar seus resultados com o auxílio de soluções de startups.  O gestor de logística do Koerich, Jean Laurindo, destaca a sua experiência com o LinkLab: "O LinkLab foi uma oportunidade muito gratificante, pois nos apresentou uma gama de startups qualificadas para atender uma demanda específica na prestação de serviços. Facilitou a comunicação com as Startups com o perfil que definimos, preparou o ambiente físico para as reuniões de alinhamentos, acompanhou todas as rotinas até o fechamento do contrato proporcionando segurança entre corporates e startups. Com certeza essa articulação foi importantíssima para tomarmos a decisão de contratar os serviços e softwares de uma empresa terceira.”. Para as startups, o LinkLab representa uma oportunidade dessas empresas realizarem negócios, e também, conhecerem as necessidades do mercado e, dessa forma, aprimorarem seus produtos e serviços. O CEO da Donc! e seu sócio Alessi Soncini, ressaltam a atuação do LinkLab: "O LinkLab não só conecta as corporates com as startups, mas acompanha organizadamente o desenvolvimento dos projetos e educa ambas as partes para o processo de inovação aberta. Isso faz toda a diferença no resultado dos projetos. Nós da Donc! ficamos felizes em participar de uma iniciativa tão inovadora e aprender com todos do Ecossistema.". Ficou curioso? Tem muito mais. Vem ver. Acesse ao caso de sucesso completo: Para acompanhar os desafios das corporates do LinkLab, acesse a página de desafios do programa. E também, cadastre-se para receber os desafios, assim que lançados, através de e-mail.

5 passos para entender a inovação aberta

Tempo aproximado de leitura: 5 minutos Palavras chave: benefícios da inovação aberta, transformação digital, cultura de inovação, implementação Já ouviu falar em inovação aberta? Se você é empresário ou está pensando em empreender, não pode deixar de conferir modos de deixar o seu negócio cada vez mais competitivo, ou de encontrar soluções eficazes para algum problema que a empresa esteja passando. A inovação aberta pode ser um caminho para que sua empresa prospere ainda mais. Neste conteúdo você acompanha os 5 passos para entender a inovação aberta.  

O que é?

O conceito de inovação aberta foi criado em 2003 por Henry Chesbrough, professor e Diretor de Departamento no Garwood Center para Inovação Corporativa na Universidade de Berkeley. A inovação aberta visa a participação de empresários, pesquisadores, empreendedores, universitários entre outros stakeholders em busca de soluções de desafios e novas oportunidades para uma determinada instituição. 

 

Inovação aberta x Inovação fechada

Antigamente, a maioria das empresas investia nos setores de TI e P&D para solucionarem os problemas, numa forma conhecida como inovação fechada. Com o passar do tempo, percebeu-se que se gastava muito dinheiro em projetos que nem sempre resolviam integralmente os problemas. Foi quando esses setores de TI e P&D começaram a sair e ir em busca de olhares de especialistas de fora da organização, iniciando o movimento que chamamos hoje de inovação aberta.  

 

Tipos de inovação aberta

 
Inbound
Quando uma empresa se apropria de ideias inovadoras já criadas por outras organizações e as incorpora internamente, com o objetivo de resolver desafios, gerando valor para si. Um bom exemplo pode ocorrer quando uma startup desenvolve um aplicativo que ajuda no atendimento de outras empresas.    
Outbound
Quando uma empresa desenvolve uma ideia ou produto e repassa para outra companhia, após firmado contrato, incrementá-lo e/ou distribuí-lo.   
Coupled 
A coupled open innovation descreve o processo no qual a inovação é resultado da união de duas ou mais empresas. Assim, uma vez gerada a ideia em conjunto, cada um dos parceiros pode desenvolvê-la individualmente.  

Quais os benefícios?

Através da inovação aberta, a empresa pode ampliar seus horizontes através de um olhar “de fora para dentro”, livre dos vícios da cultura organizacional. Além disso, incorpora ideias, tecnologias e sugestões de quem entende determinada dor. Tudo isso representa uma oportunidade de ganhar mais agilidade, reduzir os custos e melhorar processos.    

Como implementar na sua empresa? 

  • desenvolver a cultura de inovação dentro da empresa
  • criar equipes mistas, ou seja, composta por profissionais com diferentes formações;
  • promover encontros para trocas de experiências com outras empresas e com o ambiente acadêmico;
  • Buscar programas de inovação aberta que possam apoiar sua empresa, como o LinkLab, por exemplo;
  • Aproximar-se do ecossistema de inovação; 
  • aproximar-se do ambiente de desenvolvimento acadêmico.
Quer saber mais sobre por que fazer parte de um programa de inovação aberta?, confira esse e outros conteúdos no nosso blog.

Por que algumas empresas estavam mais preparadas para a pandemia do que outras?

Busque e promova mudanças proativamente

Não podemos puxar o freio de mão da inovação neste momento sob o risco de comprometermos os nossos negócios nos próximos anos.

Vou começar este texto afirmando o óbvio: todos nós estamos sentindo o efeito da pandemia. Praticamente ninguém passou ileso às consequências majoritariamente negativas que ela trouxe. É certo que uns mais, outros menos.

Neste texto, no entanto, peço licença para me ater ao ambiente no qual estou inserido: o mundo corporativo. Aqui, coloco minhas inquietações que acho pertinentes para quem respira esse universo que precisa constantemente gerenciar a tensão entre o hoje e o futuro.

O que ficou notório foi que, mesmo sem a pandemia na equação do ano, muitos negócios e organizações já estavam muito mais preparados para o momento do que outras, que deixaram aspectos como a transformação digital como um projeto para um futuro que nunca chegava. Acabou que ela forçou sua entrada de uma das formas mais difíceis possíveis.

E por que eu falo sobre transformação digital neste momento? Porque eu quero falar sobre inovação e o que esta pandemia, junto a outras crises que já foram vividas pela humanidade, está nos mostrando.

Eu sou um entusiasta da Inovação. Isso quer dizer que eu estou sempre acompanhando o que a inovação aberta propicia e como ela transforma tanto a sociedade, quanto o ambiente de negócios. Em resumo, o quanto ela nos prepara para o desconhecido.

Quer um exemplo?

Poder ficar em casa e assistir Netflix, enquanto faz o supermercado pelo app de preferência só é possível por conta dessas movimentações que não tinham o objetivo principal de fazer deste momento, algo mais palatável. Não. Mas como muitas outras inovações, acabaram sendo. E esse é o meu ponto.

 

Inovação aberta

Mesmo empresas maduras e bem posicionadas no mercado ainda têm bastante dificuldades em impulsionar a inovação interna. Eu sei muito bem disso. Afinal, a Teltec Solutions tem 29 anos de história e nós já precisamos nos reinventar várias vezes. A intensa transformação digital que temos empreendido e ajudado nossos clientes a buscarem, foi um dos principais recursos para continuarmos nossas operações normalmente. Nos readaptamos, reorganizamos, mas não paramos. Ter toda uma estrutura vislumbrada como necessária lá atrás, mesmo quando estávamos todos trabalhando presencialmente, foi importantíssimo para o agora.

Mas inovar não é apenas dispor de um aparato tecnológico. Aí que entra a inovação aberta. Empresas maduras têm muita dificuldade em promoverem a inovação internamente. Muitas acabam se fundindo a negócios novos, na tentativa de incorporarem produtos e soluções inovadoras que poderiam representar, inclusive, ameaça aos negócios.

Em meio a riscos, geralmente é o primeiro investimento a ser cortado. Afinal, com inovação, você só tem uma certeza: custos. Mas na minha visão, e na visão de outros empreendedores que hoje navegam em mares mais calmos durante a crise, não há outra opção para negócios que querem se manter relevantes em um mercado e em um mundo em constante mudança.

 

Um casamento perfeito

Conseguimos emplacar esse movimento dentro da empresa com a decisão de estarmos como uma das empresas patrocinadoras do LinkLab, da ACATE, através do laboratório de inovação, o NexusLab, ainda lá em 2017. Por conta dessa movimentação lá atrás, estamos colhendo ótimos frutos agora. Para dar um exemplo concreto: quando já estávamos em meio à pandemia e absorvendo seus efeitos, recebemos a Wifeed – uma das Startups conectadas conosco, através do programa – que nos mostrou a sua solução.

Com o seu produto em mãos e com mais conhecimento do mercado, conseguimos financiar e reformulá-lo para que tivesse mais abertura. Assim, juntos, conseguimos entrar com a solução em um importante cliente do setor financeiro. Com franqueza, pontuo que dificilmente a Wifeed conseguiria adentrar em um cliente daquele porte sem a nossa ajuda, da mesma forma que seria muito custoso e demorado que desenvolvêssemos, por conta própria, uma solução que só precisava de alguns ajustes para ser apresentada. Saímos todos ganhando e foi, claro, uma receita importante para ambos os atores neste momento de incertezas.

Por isso, reitero: é difícil promover a inovação interna, mas a inovação aberta aparece como uma possibilidade que vem para beneficiar a quem se dispõe. A participação em um ecossistema que permite a conexão com Startups e negócios que conseguem maior adaptação aos movimentos é fundamental para quem enseja o crescimento mútuo das organizações.

 

Inovação e empreendedorismo

Também não é segredo para ninguém que o mundo precisa da força jovem para inovar. De mentes que estão pensando nos problemas de agora e que constroem para o agora, visando ao futuro.

Há cerca de dois anos, estive na Universidade de Bolonha, na Itália. Ela é a Universidade mais antiga do mundo e, mesmo com toda a tradição da entidade, é responsável por um dos maiores centros de inovação da Europa. Em encontro muito produtivo com professores me fez voltar ao Brasil com vontade de ver mais lugares como esse, que incentivam a inovação justamente no ambiente mais propício, com a ajuda de pessoas que já trilharam o caminho. Por isso, buscar escolas, universidades, centros que preparem estes alunos para o futuro do mercado de trabalho é uma das maiores necessidades para que tenhamos uma redução do gap e estejamos mais preparados para o que o futuro nos apresentar.

A inovação e, em especial, a inovação aberta pode nos levar a soluções que ainda nem podemos imaginar, com a profusão das novas tecnologias que estão se consolidando agora. Além disso, as organizações precisam alavancar tecnologias exponenciais como habilitadoras para um impacto positivo na sociedade.

A transformação digital já era inevitável. A meu ver, são escolhas que precisam ser feitas agora. Não dá pra esperar mais.

E você, para onde diria que a inovação pode nos levar?

 

Por Diego Ramos, Diretor Geral da Teltec Solutions - Corporte LinkLab

Startup Equilibrium recebe aporte de R$ 1 milhão da Invisto

Empresa participa do programa de inovação aberta LinkLab, da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), e atua no aquecido setor de logística

Na contramão da crise, a Invisto – maior hub de investimentos em venture capital da região sul do Brasil – é a prova de que a pandemia do novo coronavírus não está atrapalhando as rodadas de investimento das startups. Referência para investidores que buscam oportunidades em scale-ups localizadas em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, a gestora acaba de anunciar o aporte de R$ 1 milhão na Equilibrium, empresa de Florianópolis que otimiza e gerencia o processo logístico de mercadorias no país.

De acordo com Marcelo Wolowski, CEO da Invisto, duas são as principais motivações para investir na Equilibrium. A primeira é a relação de longa data com os fundadores da Equilibrium e a participação ativa deles nos programas estratégicos da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), em especial o Grupo Temático de Investimentos, dirigido por Wolowski. O segundo fator é a semelhança da empresa com a Axado, investida em 2013 e vendida para o Mercado Livre em 2016. “Diferentemente da Axado que iniciou suas atividades junto ao e-commerce, a Equilibrium trabalha junto a indústrias e varejistas que precisam entender o oferecer melhores soluções de logística para uso interno e para seus clientes.

A Equilibrium integra o LinkLab, programa de inovação aberta da entidade que conecta startups a médias e grandes empresas. Por meio do programa, a startup passou a fechar negócios com grandes empresas, como Havan, Hippo, Clamed, Grupo Pereira, entre outros. Isso acelerou o crescimento da Equilibrium e sacramentou a percepção da Invisto de que se tratava de mais um bom investimento.

 “Estamos em Santa Catarina e temos facilidade em acompanhar o crescimento e a evolução das scale-ups do sul do Brasil, apoiando os empreendedores e fortalecendo o ecossistema. Esse triângulo entre empresários, ACATE e o Fundo é a garantia de que participamos dos negócios que a gente ajuda e a segurança de que todos os players do setor estão conectados”, explica Wolowski.

 O investimento na Equilibrium acontece em um momento onde o isolamento social decorrente da pandemia do novo coronavírus fez crescer ainda mais a demanda por soluções inteligentes na área de logística. Por meio da inteligência artificial, a plataforma conecta empresas que têm necessidade de transporte de cargas às melhores transportadoras, priorizando a opção com o custo-benefício mais vantajoso. Com o montante recebido, os sócios esperam evoluir a tecnologia para atuar em toda cadeia de suprimentos.

“Somos uma plataforma de Digital Supply Chain e começamos pelo segmento de transportes, onde as dores dos clientes ainda são muito grandes, mas estamos expandindo com soluções para gerenciamento das atividades de todo fluxo logístico, da separação dos produtos até a entrega aos clientes finais “, afirma Marcos Arante, CEO da Equilibrium.

Na foto os sócios da Equilibrium, Marcos Arante (de preto) e Fábio Nunes (de branco) no LinkLab Primavera.