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Qual a importância de ter um bom plano de negócios?

É como fazer um planejamento completo para aproveitar bem as férias e evitar imprevistos durante a viagem. O empreendedor, piloto da sua própria nave, precisa ter um plano de negócios adequado para conseguir comercializar o que tem a oferecer.

Elaborar um plano de negócio não é um desafio destinado somente aos empreendedores. Mesmo sem perceber, realizamos planos a todo momento, a fim de resolvermos diferentes situações no dia a dia.

Quando se trata de um negócio, instalado em uma loja física ou oriundo de um e-commerce, ter um plano de negócios é a melhor saída para entender o contexto do mercado de atuação, o alcance do produto e as atitudes a serem tomadas pelo empreendedor.

Por onde começar?

Escolher o setor em que irá atuar é o primeiro passo antes de montar  um plano de negócios. É preciso definir claramente o que se pretende oferecer e como será feita a entrega do produto ou do serviço, ou seja: atrelar a oferta a uma proposta de valor, que agregue algo ao cliente, para fazer sentido no momento de divulgar o produto.

Definir a visão, missão e valores, bem como ter um propósito claro, ajuda não apenas quem vende e quem consome, mas também pode despertar interesse nos investidores, os quais, primeiramente, precisam acreditar no potencial do seu negócio, para então investirem nele.

 

Por que investir tempo na elaboração de um plano de negócios?

O objetivo de construir um plano de negócios é utilizá-lo posteriormente como um mapa de apoio, a fim de seguir sempre a direção que se apresentar como a mais promissora.

É importante construir um bom plano de negócios para se orientar na busca de informações detalhadas sobre o ramo, os produtos e os serviços a serem oferecidos, bem como o perfil de possíveis clientes, concorrentes e fornecedores. Além disso, é essencial apontar os pontos fortes e fracos do negócio, contribuindo para a identificação da viabilidade da ideia e na gestão da empresa.

O plano de negócios não auxilia apenas o empreendedor que pretende abrir uma empresa, mas também é uma fonte com subsídios que ajuda a manter a companhia em crescimento ou ampliar o seu alcance.

Como adaptar o seu plano de negócios?

Para que cada ação obtenha o resultado esperado, é necessário pautar quando e de que forma cada uma será executada. Alcançar o sucesso implica em notar pequenos detalhes, principalmente em um país como o Brasil, onde um terço das empresas fecha em 2 anos – de acordo com o estudo Sobrevivência das Empresas no Brasil, lançado em 2016 pela Fundação Getúlio Vargas, em parceria com o Sebrae.

Um plano de negócio não precisa ser extenso, ultrapassando 4 páginas, mas precisa conter o mínimo para guiar o empreendedor a não sair do foco e prestar atenção nas oportunidades e ameaças externas, por exemplo.

É importante estar sempre suscetível a mudanças e não se apegar às primeiras ideias, registradas no começo da elaboração do plano de negócios,  como se fossem imutáveis mantras. Assim, deve-se começar de forma simples para depois expandir, testar entre pequenos e diferentes grupos de pessoas antes de lançar o produto no mercado, além de sempre ter um plano B, propício a evitar problemas.

Estas são algumas outras dicas valiosas para qualquer tipo de negócio, seja ele ofertado em uma loja física ou em um plataforma digital:

  • Comece simples, mas comece.
  • Descubra quem é e invista para atrair o público certo: não perca tempo, construa a persona e identifique o seu comportamento diário para construir a jornada de compra, bem como descubra quais mídias ela consome, a fim de divulgar o seu produto em canais que trarão retorno;
  • Defina as principais tarefas críticas a serem executadas pela empresa: saiba quais são as tarefas que não podem faltar para o seu negócio prosperar;
  • Crie prazos mais apertados do que folgados: essa é uma estratégia para manter o foco no que é prioritário, evitando atividades extras e desnecessárias, que possam atrasar as entregas;
  • Mensure os resultados e apresente-os para a equipe: essa é a melhor maneira de avaliar o andamento do negócio;
  • Calcule e recalcule quanto irá gastar para se manter, o mínimo que precisa para o capital de giro e quais são os custos extras para cobrir imprevistos ou problemas inesperados;
  • Tenha o papel como seu aliado. Anote as suas ideias e aproveite para inserir tudo o que você vai precisar para executar as tarefas críticas do seu negócio, as impressões dos clientes, os feedbacks recebidos pessoalmente ou pelas redes sociais;
  • Teste e valide rapidamente, sempre: não deixe que o consumidor descubra possíveis falhas ao usar os seus serviços ou produtos. Lembre-se: nem sempre a jornada do cliente irá percorrer o caminho feliz. Esteja atento para absolutamente tudo que possa dar errado;
  • Amplie e incremente em pequenos ciclos: permita-se ter tempo de corrigir ou voltar atrás para oferecer uma experiência completa ao usuário;
  • Observe e tenha empatia, colocando-se no lugar do consumidor;
  • Pense daqui 5 anos: o seu negócio ainda sobreviverá se continuar fazendo do  jeito que faz hoje?
  • Procure ajuda quando desconfiar que precisa dela. Não acredite que tudo está indo bem apenas porque os números ainda não estão no vermelho.