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Quais os desafios na contratação e manutenção de colaboradores das gerações X,Y e Z

Cada vez mais empresas estão em busca de formas inovadoras de captar e manter talentos de todas as gerações em seus bancos de currículos. Afinal, na corrida pelos melhores profissionais, cada geração apresenta o seu valor específico e é capaz de complementar as demais.

Entrevistas pessoais e por vídeo, dinâmicas em grupo, jogos, testes online, envio de feedbacks… As etapas de um processo seletivo envolvem diferentes recursos e formas de avaliação, de acordo com as exigências da vaga.

Até aí nenhuma novidade. No entanto, o que muitas empresas ignoram é a importância de realizar um processo de recrutamento considerando também a geração de cada candidato.

Pode parecer algo inviável, mas, se a empresa deseja um perfil das gerações X, Y ou Z, é sensato adaptar a linguagem desde a divulgação da vaga, bem como, focar em canais de comunicação e traçar estratégias de seleção adequados para a geração desejada. Outro desafio, é preparar o ambiente de trabalho para reter os contratados.

Teoricamente, a união das gerações X, Y e Z representaria o cenário ideal, composto pela diversidade de perfis e experiências, resultando em inovação. No entanto, se a empresa não souber como suprir as necessidades desses profissionais, o resultado poderá ser frustrante. Conflitos entre as gerações e a falta de perspectiva de crescimento tendem a desanimar os colaboradores. E a assim, qualquer oportunidade externa pode ser motivo para mudar de empresa.

É importante conhecer o perfil de cada geração e como elas podem se complementar nas entregas do dia a dia.  

 

Filhos do Baby Boom

A geração X é formada pelos nascidos entre o início dos anos 1960 e o final dos anos 1970. São os filhos do chamado Baby Boom, período marcado pelo aumento da taxa de natalidade dos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial.

Inicialmente foram vistos sem uma identidade aparente, como uma geração pós-guerra. Mas a história destes jovens foi marcada por lutas, como a resistência à ditadura militar no Brasil. Por outro lado,  também viveram a fase hippie, a busca pela liberdade e a fuga dos padrões sociais.

Esta geração conviveu com o surgimento do computador pessoal, da internet e do smartphone. Passaram por muitas mudanças e aprenderam a ter resiliência: da trabalhoso e paciente ato de enviar e receber cartas via correio até a agilidade de se comunicar via smartphone.

É possível que estas influências tenham tornado a geração X ávida por novidades e conhecimento. Eles gostam de variedades, odeiam a rotina. Evitam tarefas e ambientes monótonos, sendo que o trabalho nem sempre é  prioridade em suas vidas.

Para a geração X, novas oportunidades e desafios são sempre bem-vindos. Apreciam trabalhar em equipe, tem espírito empreendedor e são auto confiantes.

Echo Boomers

A geração Y compreende aqueles que nasceram entre o final dos anos 70 até o início dos anos 90. Ao contrário da geração anterior, cresceram em uma época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica dos anos 80.

Desta forma, grande parte dos chamados Millennials teve acesso ao que os pais não conheceram quando crianças, como TV e videogames. Para garantir que o destino dos filhos fosse mais promissor, os pais não pouparam esforços e esta geração se desenvolveu rodeada de possibilidades e estímulos, tornando-se, desde cedo, multitarefa.

No entanto, havia uma busca pelos limites da utilização da computação e da Internet. Inicialmente, o acesso à tecnologia era obtido em  locais específicos, como em laboratórios de informática nas escolas e através de cursos presenciais.

Aos poucos a comunicação entre as pessoas foi ficando ilimitada. Com o conhecimento adquirido, diminuíram-se os preconceitos. A globalização despertou nestes jovens o desejo de lutar por causas sociais e ecológicas.

A geração Y tem um espírito empreendedor fora do comum e tende a fugir dos empregos tradicionais. Querem liberdade de escolha, mesmo apresentando-se mais inseguros que a geração X.

 

Nativos digitais

A geração Z engloba os nascidos no fim da década de 1990 até 2010. Está geração está se preparando para entrar no mercado de trabalho. Muitos ainda estão na escola ou começando a faculdade.

Conectada desde a infância, a geração Z não conhece fronteiras geográficas. Compartilham arquivos, ideias e emoções em todos os tipos de dispositivos móveis.  Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela desde cedo. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.

Quando o assunto é carreira de sucesso e estudos formais, a maioria não acredita que irá fazer a mesma coisa pelo resto da vida. Trabalhar no sistema Home Office, ganhar dinheiro como freelancers ou atuar em profissões que ainda não foram criadas é considerado algo normal para estes jovens.

Com o avanço da tecnologia, aliada ao comportamento dos nativos digitais, alguns especialistas afirmam que muitas profissões tendem a desaparecer, por falta de interesse desta geração.

 

Interesses de cada geração no ambiente de trabalho

No cenário corporativo, cada geração se comporta de uma maneira e anseia ser correspondida. Algumas características percebidas nas gerações X, Y e Z são capazes  de influenciar o ambiente de trabalho.

Geração X:

  • Valoriza, e muito, o espírito de equipe, cooperação e comprometimento;
  • Não gosta de ser gerenciada nos mínimos detalhes;
  • Não aprecia ser monitorada, gosta de saber do processo, entender como tudo é realizado e fazer parte;
  • Deseja saber o ‘como’;
  • Destaca-se nas práticas de mentoria;
  • Detém a sabedoria, conhecimento e truques que os jovens ainda não têm;
  • É resistente a mudanças, mas aprecia treinamentos.

Geração Y:

  • Prefere tomar uma decisão unilateral e agir, de forma isolada;
  • Preza por instruções específicas para realizar tarefas;
  • Visa mais a estrutura e o resultado final do processo, mas quer tomar suas próprias decisões e fazer conforme entende ser o melhor;
  • Gosta de receber feedbacks ao longo da trajetória;
  • Deseja sempre saber o ‘porquê’;
  • Consome de maneira coletiva, aprecia serviços e ações focados no social;
  • Destaca-se pela criatividade.

Geração Z:

  • Aprecia flexibilidade de horários, liberdade para agir e autonomia;
  • Busca por aprendizado constante;
  • Necesita utilizar redes sociais no ambiente de trabalho;
  • Dedica-se ao trabalho durante as noites e finais de semana, desde que resulte em bons salários;
  • Valoriza equipes abertas, honestas, colaborativas e gosta de ter muitas opções para escolher entre elas;
  • Sente-se mais confortável com a diversidade e estilos de vida alternativos;
  • É crítica, dinâmica, cooperativa e exigente.

Engajamento como reflexo da gestão empresarial

Atualmente, a maior parte da força de trabalho mundial se concentra na Geração Y. Isso não significa que os Millennials devam ser supervalorizados. Oferecer treinamento e capacitação contínua deve ser uma prática constante, independente da geração com a qual se está lidando.  

Mesmo conhecendo as características de cada geração, a fim de direcionar específicas ações de retenção, é normal que ocorram conflitos no cenário corporativo. Colaboradores mais velhos podem sentir a falta de formalidade e até se ofender, pelo jeito dos Z. Já os jovens, podem se sentir desrespeitados se os X não valorizarem suas percepções e insights.

Os gestores, apoiados pela estrutura organizacional, precisam estar preparados para resolver conflitos e oferecer ferramentas que proporcionem um tratamento igualitário para todos, como ações de feedback, monitoramento do clima organizacional, além de programas que incentivem o desenvolvimento individual e coletivo.

Todo colaborador quer se sentir acolhido e em solo fértil, a fim de prosperar, contribuindo com os melhores resultados. Se a jornada profissional for boa para o funcionário, melhor será para  a empresa, que ganhará com o aumento da lealdade e engajamento.