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Perfil empreendedor: o que é indispensável para o sucesso da sua startup?

Descubra as qualidades necessárias para o profissional que almeja ter sucesso no concorrido mundo das startups.

É seguro dizer que nunca se falou tanto sobre empreendedorismo e startups quanto nos dias atuais. A ideia de criar (ou participar da criação de) um negócio centrado na entrega de serviços e produtos com forte ênfase na inovação e agilidade na sua forma de funcionamento é algo que causou o desenvolvimento de uma verdadeira cultura, atraindo entusiastas por todo o mundo.

Agora, enquanto é verdade que o desejo maior de muitas pessoas é o de serem vistas como empreendedoras bem-sucedidas, não são todas que, de antemão, possuem as qualidades necessárias para a conquista desse feito.

Muito se fala sobre ter motivação, visão, criatividade e dedicação. Porém, aqueles que se aventuram no empreendedorismo e no mundo das startups não precisam ir muito a fundo para começar a perceber que há outras perspectivas e diferenciais que merecem ser difundidos.

Confira, portanto, a lista que preparamos para você.

1) Conhecer o mercado e ter embasamento em fatos

Quando alguém pensa em empreender, o mais comum é que essa pessoa queira atuar num mercado ou nicho com o qual ela já possui familiaridade. De um modo geral isso é bom, pois é preferível já possuir conhecimento e estar imerso numa área do que o contrário.

Contudo, uma “armadilha” comum nesses casos é a de achar que já se sabe muito – ou o suficiente – sobre um determinado mercado. Aqueles que guiam suas empreitadas com base em meras presunções e percepções próprias, sem análise de dados e experimentações, estão muito mais suscetíveis a erros.

Por isso, não superestime seus conhecimentos e faça análises racionais.

2) Ser guiado por uma visão e não por um produto

Ser capaz de criar um produto não significa que você deva criá-lo. Esse é um erro extremamente comum: pensar primeiro em um produto e depois no valor que ele pode entregar.

No meio das startups, produtos são altamente voláteis e estão sempre sofrendo iterações, sendo colocados à prova e melhorados. De vez em quando, são até inteiramente reformulados, adotando uma forma totalmente diferente. Isso significa que nenhum deles surge perfeito – o que para muitas pessoas pode soar assustador.

No entanto, isso é uma coisa boa. Significa que na visão da empresa o valor a ser entregue foi colocado em primeiro lugar, e não o produto em si. Lembre-se sempre que a visão determina uma estratégia e a estratégia aponta para a forma com que o valor será tangibilizado, ou seja, para a forma que o produto adotará.

3) Priorizar a aprendizagem validada

No clássico livro A Startup Enxuta (The Lean Startup), um termo que é utilizado muitas vezes pelo autor Eric Ries é o “aprendizagem validada”.

Ries se refere à aprendizagem real que se obtém através das ações de uma empresa. Informações e respostas que podem ser medidas, analisadas, processadas e utilizadas para que novas ações – melhor orientadas – sejam tomadas.

Como o autor critica, muitas são as startups que, diante de seus insucessos, dizem “pelo menos terem aprendido com a experiência”, mas são poucas aquelas que sabem responder com segurança à pergunta “mas o que você aprendeu exatamente”?

4) Iterar, experimentar, prototipar, testar

Para a empresa que busca inovar, não pode haver medo de mudanças. Isso inclui processos de iteração, experimentação, prototipagem e teste de seus produtos.

Este item vem reforçar a ideia de que o produto não deve ser perfeito e imutável desde o primeiro dia. Pelo contrário: deve estar em constante mudança e evolução, adaptando-se mediante a aprendizagem que se obtém do seu teste e contato com o público (validação).

5) Não subestimar processos burocráticos e o setor financeiro

Engana-se quem pensa que adentrar o mundo das startups exclui a necessidade de colocar os pés no chão e pensar em questões que muitas pessoas consideram “chatas”. Criatividade, por si só, não mantém nenhuma empresa.

Por isso, o empreendedor reconhece o valor dos profissionais ou empresas que prestam serviços de âmbito burocrático e financeiro. Não esqueça que esses cuidados estão atrelados à própria fundação da sua empresa.

6) Saber a hora de se adaptar ou abandonar uma ideia

Empreender requer coragem e isso inclui a coragem de estar errado. De testar suas hipóteses e correr o risco de nenhuma delas se provar verdadeira.

O bom empreendedor é aquele que sabe reconhecer os momentos que deve perseverar ou pivotar, como muito é falado no meio. Perseverar se refere ao ato de seguir pelo mesmo caminho, mesmo diante de adversidades, enquanto pivotar se refere a aplicar mudanças, parciais ou integrais, para que a empresa possa ter continuidade.

7) Manter o foco nas pessoas/ nos clientes/ no público

Como já falamos, você deve ser guiado por uma visão, e essa visão deve estar intrinsecamente ligada às pessoas. Ao valor e à experiência que lhes são oferecidas.

Um erro comum de empreendedores é fechar os olhos para aquilo que o mercado e os seus clientes estão lhe ensinando. Recusar-se a aprender sobre o próprio produto e/ou o próprio negócio.

Se você não ouve aquilo que o seu público tem a dizer – muitas vezes sem utilizar palavras –, dificilmente conseguirá conduzir as iterações do seu produto de forma precisa.

8) Ser guiado por métricas, com exceção das métricas de vaidade

Muito se fala em métricas atualmente. Empresas buscam especialistas nelas. O que para muitos pode parecer um trabalho pouco criativo, entediante, é na realidade de vital importância para o sucesso de uma startup.

Métricas, basicamente, servem ao propósito de medir o impacto das ações de uma empresa. Sem elas, é muito mais difícil saber se aquilo que está sendo aplicado realmente está funcionando. E mais: se está funcionando melhor do que no mês anterior, e por aí vai.

Portanto, não basta apenas ter métricas, mas ter as métricas corretas e analisá-las de forma objetiva, mesmo que isso signifique expor as fraquezas da sua empresa.

9) Priorizar a eficiência, a agilidade e a economia de recursos

Uma das maiores vantagens competitivas que uma startup pode ter é sua capacidade de operar de forma rápida e eficiente. Conforme dissemos anteriormente, experimentações e mudanças processuais ou em produtos devem ocorrer pautadas numa cultura que testa hipóteses e aprende em ritmo acelerado.

Ser capaz de minimizar o desperdício de recursos – o que inclui o precioso recurso do tempo – é uma das qualidades-chave para qualquer um envolvido no meio das startups, onde é comum dispor de recursos limitados.

10) Não ficar preso em planejamentos eternos

Especialmente para quem está adentrando o meio do empreendedorismo, é fácil deixar-se ficar num eterno planejamento.

É fato que há muitos eventos, livros, cursos e programas que oferecem bom conteúdo. Porém, como já foi comentado, não se deve partir de um produto perfeito, imutável. Essa é uma tarefa que o planejamento tenta cumprir, mas que é impossível.

A hora de agir e começar a aprender a construir um negócio em torno da sua visão é agora.

11) Promover uma cultura da inovação e evitar zonas de conforto

Não é incomum que, num momento inicial, a inovação seja fortemente buscada. Porém, quando se começa a obter resultados positivos, também surge um convite para que a mesma receita de sucesso seja repetida continuamente.

As melhores empresas e startups sabem que aquilo que funcionou até hoje pode não funcionar amanhã. Portanto, para não serem surpreendidas, estão sempre em busca de melhorias para aquilo que oferecem atualmente, além de investirem no desenvolvimento de novos produtos.

12) Ter racionalidade, mas também resiliência

Por fim, a qualidade mais intangível: a resiliência. Há pouco falamos sobre pivotar ou perseverar, mas aqui trazemos um significado mais profundo para essa questão.

Não há fórmula mágica para o sucesso. Todo o conhecimento que há no mercado, na realidade, está disponível para colocar as chances a seu favor. Aumentar a probabilidade do seu êxito só depende da boa aplicação daquilo que você aprende Aumentar a probabilidade do seu êxito mediante a boa aplicação daquilo que você aprende.

A estrada do empreendedorismo e das startups, por mais atraente que seja, é marcada por inúmeros obstáculos e adversidades. E nela você deve transitar em alta velocidade, algo que não agrada a todos os perfis.

Entretanto, o que para alguns é um jogo de incertezas e grandes riscos, para outros é um caminho enriquecedor, marcado pelo aprendizado constante e desenvolvimento pessoal.