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O que as melhores empresas para trabalhar têm em comum?

Diversidade de ideias, cultura de desenvolvimento ágil e ambiente de trabalho moderno e de clima leve. Esses são alguns dos vários pontos que as melhores empresas para trabalhar têm em comum. As informações são do ranking 50 mais amadas do site Love Mondays e levam em consideração aspectos como remuneração, pacote de benefícios, oportunidades de carreira, cultura organizacional e qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Na lista das melhores empresas para trabalhar aparecem organizações que atuam nas áreas de tecnologia, alimentação, farmacêutica, entre outros. Os dados são levantados com base nas avaliações feitas pelos colaboradores de forma espontânea e confidencial. Além delas, o site também mapeou as 30 PMEs com as equipes mais satisfeitas, como, por exemplo, Foxbit, Sympla e Guia Bolso.

“Aprendizado incrível”, “ótimo lugar para crescer na carreira”, “melhor empresa que já trabalhei”, “ambiente excelente, pessoas incríveis e desafios todos os dias”. Quer que seus colaboradores avaliem a sua empresa com esse entusiasmo? Então continue a leitura e saiba mais sobre a cultura organizacional das melhores empresas para trabalhar no Brasil. Inspire-se!

3 valores cultivados pelas melhores empresas para trabalhar no Brasil

Crie um ambiente colaborativo

A Thought Works é a líder do ranking de  melhores empresas para trabalhar, com 4,74 pontos (do total de 5) e 97% de recomendações da organização para um amigo. O compartilhamento de saberes está em seu DNA – tanto que os gestores defendem a ideia de que até os erros sejam compartilhados. O objetivo é aprender com eles e otimizar a curva de aprendizado.

Um dos benefícios da criação de uma rede colaborativa de pessoas no ambiente de trabalho é a melhor utilização das habilidades e forças de cada colaborador. Uma equipe entrosada e que enxerga valor em trabalhar junto busca soluções com mais agilidade, adapta-se melhor a mudanças e atua alinhada aos propósitos do negócio.

Se a sua empresa quer estimular o senso de unidade, o primeiro  passo é incluí-lo no planejamento estratégico. Feito isso, é hora de promover a confiança, esclarecer as responsabilidades de cada um e investir em uma gestão mais transparente.

Gestão de promoções

A meritocracia e o gerenciamento eficaz das promoções foram citados em várias avaliações do ranking das melhores empresas para trabalhar. No entanto, colocar em prática esse modelo de gestão exige que outro valor citado esteja em voga: a transparência. Afinal, todo mundo sabe como funciona a cultura do “faça por merecer e seja recompensado”. No entanto, é essencial que o colaborador saiba o que é esperado dele para que possa bater metas, aprimorar habilidades ou adquirir novos talentos.

A gestão baseada em meritocracia está longe de trazer benefícios apenas para o trabalhador. Para a empresa, ela é uma forma eficaz de identificar os melhores funcionários, onde os mais produtivos são recompensados e os que andam desmotivados oferecem um grande desafio para a gestão: o que fazer para motivar esse colaborador?

Essas questões podem ser identificadas e resolvidas em reuniões de feedback. O importante é manter colaboradores satisfeitos e motivados para que possam alcançar resultados cada vez melhores. Entre os modelos meritocráticos mais utilizados estão: planos de cargos e salários, remuneração variável, incentivos culturais, participação nos lucros e bolsas de estudo.

Quebre hierarquias

Quando se pensa em hierarquia, a primeira imagem que vem a cabeça é de uma repartição pública em que cada documento necessita de pelo menos cinco assinaturas para ser despachado. Empresas com uma gestão ultrapassada não são muito diferentes e isso faz com que as tomadas de decisão sejam muito lentas. Uma organização em que uma estratégia, para ser aprovada, passa por muitas mãos, acaba por frear as ideias inovadoras.

No mundo onde a transformação digital deixou de ser enredo de filme de ficção científica, essas hierarquias precisam ser dissolvidas para que os negócios prosperem. É necessário desmitificar a ideia do chefe inalcançável e trazer para perto o papel do facilitador. Mas qual a diferença entre os dois perfis? O primeiro dirige a repartição com foco no mercado, já o segundo amplifica a voz dos colaboradores dentro da organização. O objetivo é não apenas oferecer espaço para a exposição das ideias, mas também ouvi-las e colocá-las em prática.

A quebra de hierarquia, a liberdade de exposição de ideias e a diversidade de pensamento foram citadas na maioria das avaliações da lista das 50 melhores empresas para trabalhar. Esses valores são ainda mais fortes no ranking de PMEs, que conta com várias startups de crescimento acelerado.

Ficou interessado e quer saber como fomentar uma cultura organizacional mais próxima das melhores empresas para trabalhar? Então leia o nosso artigo Gestão de pessoas para startup: como lidar? e veja como dar o pontapé inicial.