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Mulheres nas startups: os desafios e destaques das mulheres no mundo dos negócios

O empreendedorismo feminino vem crescendo vertiginosamente no Brasil e no mundo. Atualmente, cerca de 30% dos negócios privados são comandados ou têm uma mulher como idealizadora do projeto. Apesar do cenário promissor, as mulheres nas startups ainda enfrentam desafios.

É possível que o principal deles seja a dificuldade para conseguir investimentos. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (em inglês: Massachusetts Institute of Technology – MIT), nos Estados Unidos, mostra que os homens que lideram startups têm 60% mais chances de conseguir um investimento.

Outro estudo, do Boston Consulting Group (BCG), analisou os investimentos recebidos por 350 empresas por meio do programa de aceleração do MassChallenge e constatou que as empresas fundadas por mulheres receberam, em média, US$ 935 mil em investimentos. Enquanto isso, as companhias fundadas por homens receberam US$ 2,1 milhões, em média.  

Por outro lado, elas se destacam como fundadoras das empresas que geram maior receita a longo prazo. Ainda de acordo com o estudo do BCG, a empresas criadas por mulheres geraram 10% a mais de renda acumulada em um período de cinco anos.

Mulheres nas startups: há machismo nesse setor?

Empreender traz consigo um cenário desafiador. E para as mulheres que encaram esse desafio, há ainda outra dificuldade no caminho: o machismo.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Harvard e do MIT, sobre o estudo citado acima, as empresas lideradas por mulheres costumam receber menos investimentos, muitas vezes, por conta da abordagem diferenciada que ocorre nos pitchs e como as apresentações são conduzidas pelos investidores.

Nessas ocasiões, às vezes é possível observar um tipo de pergunta direcionada aos homens, sobre números e informações da empresa, e para as mulheres outras como: “você consegue dar conta?”.

Para contextualizar o cenário mais abrangente de mulheres nas startups, vale considerar a pesquisa da Associação Brasileira de Startup que afirma: a cada 10 empresas inovadoras no Brasil, 4 não tem nenhuma mulher trabalhando.

Esse modelo restringe – e muito – o desempenho das empresas. Segundo um estudo feito nos Estados Unidos, empresas lideradas por mulheres têm um desempenho 21% maior que a média no país. Já nas com pouca diversidade, o desempenho é 30% menor do que a média.

Quer saber mais sobre o universo, os desafios e destaques das mulheres nas startups? Então acesse nosso blog e continue a leitura!