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Govtech: startups podem deixar o governo mais eficiente

O investimento em uma Govtech pode ser uma via de mão dupla: enquanto essas startups ganham espaço no mercado de trabalho,  elas ajudam o governo a encontrar soluções para problemas, com inovação e tecnologia.

Burocracia, processos demorados e inflexíveis desmotivam o empreendedorismo em nosso país. Segundo o Banco Mundial, o Brasil está no 125º lugar no ranking dos melhores países para se fazer negócio. O tempo para abrir uma empresa em território brasileiro chega a praticamente 80 dias e, somado a isso, é necessário seguir mais de 3.790 normas.  

Para driblar esse impasse, as Govtechs surgem como aliadas. Atuando junto aos governos, essas startups têm como finalidade resolver problemas com o uso da inovação tecnológica, podendo ser oriundas do poder público ou do setor privado e atuar em qualquer área, como saúde, educação e segurança pública.  

Incentivo para a atuação das Govtechs

O conceito Govtech ficou bem difundido no País em agosto deste ano, quando ocorreu o evento Govtech Brasil em São Paulo, reunindo 36 especialistas nacionais e internacionais para discutir as possibilidades de transformar o setor público brasileiro. O objetivo é encontrar soluções mais eficientes para os problemas enfrentados pelo governo, baseando-se em um modelo mais digital.

Nesse evento, ocorreu o lançamento da BrazilLAB 2018, aceleradora que ajuda as startups a pilotarem suas soluções nas redes públicas. Por meio dos programas de aceleração da BrazilLAB, as startups recebem apoio técnico, jurídico e de gestão, além de aprenderem a lidar com a burocracia do setor público.

Outra iniciativa que apoia essas empresas é a Lei da Inovação, promulgada em 2004 e revista em 2016. Essa lei estimula o setor público a formar alianças que incentivem inovação e difusão de tecnologia com outros setores da sociedade, como academias, empreendedores, empresas e centros de tecnologia.

Desafios das startups no setor público

As startups precisam conhecer, de fato, a realidade onde irão atuar. Uma boa proposta de valor não basta; é preciso avaliar se existe infraestrutura básica, banda larga, entre outras demandas, para que a implementação das startups seja viável.

Outra questão que precisa ser levada em consideração são os fundos de investimento, os quais têm regras de compliance que impedem as startups investidas por eles de trabalharem para o setor público.

Também é preciso saber como vender as propostas de serviços ao setor público. Além da licitação, existe a Lei da Inovação, promulgada em 2004 e revista em 2016. Essa lei incentiva o setor público a formar alianças que busquem a inovação e a difusão da tecnologia com outros setores da sociedade, como academias, empreendedores, empresas e centros de tecnologia.

Benefício das startups para o governo

As startups Govtechs são criadas com o intuito de fazer uma outra leitura sobre o contexto nacional e apresentar soluções a partir de propostas simples e inovadoras. Teoricamente, parece ser a parceria perfeita: o governo, que carece de soluções ágeis e eficientes, passa a ter a oportunidade de desburocratizar a prestação de serviços em prol da sociedade.   

No entanto, para alcançar esse patamar, há muito a ser trabalhado. A legislação, principalmente, precisa se modernizar para que a burocracia seja superada e as startups acessem as licitações.