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Conheça as modalidades e desafios do home office

Trabalhar remotamente pode até gerar maior produtividade e engajamento, desde que o trabalhador e a empresa estejam bem alinhados. É preciso planejar a rotina de forma estratégica, incluindo muita organização pessoal.

Manter um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, trabalhar no conforto do lar ou em algum espaço alternativo, fugindo do trânsito e da correria do dia a dia – é fácil apontar os benefícios do trabalho a distância.

A sensação de liberdade e autonomia pode encantar muitos profissionais, ansiosos por esse regime de trabalho. No entanto, para que o tão sonhado home office não vire um pesadelo, é necessário estar atento às exigências requeridas por esse modelo de trabalho, a fim de beneficiar a todos, desde os colegas da equipe até o cliente final.    

Modalidades do sistema home office

Manter no lar um ambiente de escritório pode ser conveniente em três situações: sendo um funcionário de uma empresa, atuando como freelancer ou sendo um empresário cuja sede empresarial seja a própria residência.

Algumas empresas permitem que os colaboradores trabalhem alguns dias da semana em casa, para resolver algumas pendências de ordem pessoal ou quando surge uma necessidade específica, como um mal-estar ou uma indisposição passageira, por exemplo.

Já outros profissionais têm a possibilidade de trabalhar remotamente todos os dias, por residirem em grandes centros, possuírem altos cargos de gestão ou, ainda, pelo fato de morarem em cidades diferentes da sede da companhia, comparecendo ao local de trabalho somente em eventos especiais. É o chamado “teletrabalho”.

Aqueles que escolhem trabalhar como freelancer diária ou eventualmente também se enquadram no trabalho a distância, muitas vezes tendo total autonomia com relação aos horários de trabalho, desde que o prometido seja entregue no prazo estabelecido pelos clientes.

Por fim, existem os empreendedores que optam por abrir um negócio próprio sem sair de casa, formando uma empresa home based, a qual pode ser uma microempresa individual ou até uma startup, que futuramente poderá crescer a ponto de precisar migrar para outro espaço de trabalho.

Desafios de trabalhar remotamente

Basta um sinal de internet disponível, um aparelho conectado e uma boa intenção para a mágica acontecer. Simples se fosse assim! Trabalhar remotamente exige preparação, adaptação e um claro alinhamento, principalmente quando envolve a empresa e o funcionário contratado.

Alguns pontos de atenção servem para todos que atuam no sistema home office, como separar a vida pessoal da profissional e manter foco total quando o assunto for trabalho sem distrações.

Outro cuidado deve ser com relação aos equipamentos utilizados. É necessário que a conexão com a internet e as ferramentas utilizadas atendam ao modelo de negócio, para que o profissional não fique em uma saia justa e cause uma má impressão em quem o contratou pelo serviço ou produto.

A ergonomia no uso da mesa, cadeira e equipamentos eletrônicos deve ser respeitada, evitando problemas devido à má postura ou por esforço repetitivo. Trabalhar em excesso não deve ser rotineiro, por isso o escritório em casa não pode funcionar como um pronto-socorro, aberto 24 horas por dia.

Além de tudo isso, é preciso ter um perfil protagonista, cumprir as previsões de entrega e gerenciar bem as atividades, incluindo uma comunicação constante, a ponto de evidenciar os momentos e períodos em que estiver disponível para realizar atendimentos e receber ligações, por exemplo.   

Desafios do teletrabalho para os funcionários e as empresas

De acordo com o Artigo 75-C da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), o empregador poderá realizar a alteração entre regime presencial e de teletrabalho, desde que haja mútuo acordo entre as partes.

Quando o colaborador de uma empresa passa a trabalhar em casa a partir de 4 dias na semana, o contrato deve ser enquadrado no regime de teletrabalho. Nesse caso, é obrigatório um aditivo ao contrato de trabalho com cláusulas específicas, inclusive sobre o custeio da estrutura necessária para as atividades.

Essa flexibilização é capaz de aumentar a satisfação do funcionário, gerando um maior engajamento e, consequentemente, maior produtividade. Para a empresa, propor a jornada de trabalho nesse formato pode ser um atrativo a mais para reter o trabalhador na empresa, além de reduzir os custos que teria com a presença de um número maior de funcionários no escritório. Em alguns casos, pode até evitar algumas demissões indesejadas, porém necessárias devido à situação financeira.

No entanto, as companhias precisam disponibilizar o acesso remoto de forma segura e eficiente, para que o funcionário se sinta atuando como se estivesse no escritório. O colaborador deve se sentir amparado em diversos sentidos, desde a organização do espaço de trabalho, seguindo normas de segurança, até a forma de realizar o apontamento de horas, quando necessário.

Além do suporte técnico e infraestrutura oferecidos pela empresa contratante, a relação entre empregado e empregador deve ser baseada na confiança e no diálogo, para que as metas sejam construídas de acordo com as reais possibilidades de entrega.

Home office: uma tendência necessária?

Muito além de seguir as tendências do cenário corporativo, para se posicionarem como empresas modernas, as companhias precisam analisar a real necessidade de proporcionar o trabalho home office para os seus funcionários.

Os cargos que precisam inspirar e influenciar pessoas podem exigir um contato presencial, assim como algumas tomadas de decisão são mais assertivas quando  realizadas pessoalmente.

A tendência é que a flexibilização ganhe cada vez mais espaço, principalmente depois da reforma trabalhista, que regulamenta o teletrabalho, proporcionando mais segurança para as empresas através das aplicações das regras e cláusulas de contrato definidas pela CLT.

Porém, não adianta optar pela flexibilização do teletrabalho se a cultura e o modelo de trabalho das empresas não permitirem que essa mudança aconteça.