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Como ter sucesso na sua 1ª empresa

Estabilidade, liberdade de tomada de decisão e maior retorno financeiro. Os atrativos que incentivam muitas pessoas a abrir uma empresa precisam estar alinhados com os desafios que virão pela frente para ter sucesso na sua 1ª empresa. 

Ter um negócio próprio é um desejo que, pelo menos uma vez, já passou pela cabeça da maioria dos profissionais. Com o Brasil em crise e a sensação de insegurança que toma conta do mercado de trabalho, há quem se aventure a dar os primeiros passos rumo ao empreendedorismo.

Antes de mergulhar a fundo em uma ideia e pensar positivamente que tudo vai dar certo, é fundamental ser crítico e colocar-se no lugar de quem estará do outro lado: o consumidor final, que poderá até virar o promotor da sua marca.

Alguns pontos de reflexão são fundamentais para que o negócio tenha mais chance de sobreviver ao longo dos anos.

Tenha um propósito que faça a diferença para ter sucesso na sua 1ª empresa

A maioria dos produtos e serviços são procurados por dois motivos: para resolver algum problema ou porque são capazes de proporcionar algum lazer ou bem-estar. Somos movidos pela dor ou pelo prazer – e o consumo é o reflexo disso.  

Uma compra online, por exemplo, proporciona comodidade. É possível realizá-la a qualquer momento do dia, pesquisar a oferta com o melhor custo e recebê-la em casa, sem precisar enfrentar o estresse do trânsito. Além do conforto de aguardar a entrega no conforto do lar, é possível exigir qualidade desde o anúncio, com informações detalhadas, até o recebimento.

O mesmo acontece quando somos motivados a adquirir algum bem para diversão. O investimento é realizado porque o retorno é considerado uma garantia de satisfação desde o começo, afinal ninguém vai comprar um produto ou ir a algum evento que não aprecie.  

No entanto, se essa experiência não proporcionar tranquilidade durante toda a jornada da compra, o que era para ser benéfico em sua totalidade poderá se transformar em uma reclamação e, consequentemente, desgastar a imagem da empresa que ofereceu o produto ou serviço.  

Dessa forma, o produto ou serviço precisa proporcionar um ganho na rotina dos consumidores, para que o negócio possa perdurar e não somente fazer sucesso enquanto for novidade ou se manter devido à fidelidade de alguns clientes, como os melhores amigos do dono da empresa, por exemplo.

Encontre os gaps de processos já estabelecidos

Inovar fazendo o mesmo ou sendo uma mais uma opção no mercado pode ser arriscado. É como ser eternamente refém do comportamento de empresas concorrentes. O ideal é encontrar, a partir do que já é oferecido, alguma falha, algum ponto a melhorar ou que gere desconforto para os consumidores.

É como quando uma aquisição ou atendimento é bem-sucedido, mas… faltou um detalhe que poderia ser melhor. Descobrir esses gaps pode ser o pontapé inicial para quem quer abrir uma empresa que ofereça algo que pode até parecer simples, mas vai resolver ou agilizar a vida de muita gente.

Seja acessível e esteja sempre disposto a mudar

Resiliência e acessibilidade para atender o cliente quando e como ele quiser. Na era digital, o comportamento do consumidor passa a ser imediatista. As preferências e necessidades também mudam, a todo o momento, e como crianças impacientes, os clientes querem que as suas reclamações e exigências sejam atendidas. Assim, é preciso dar espaço para que eles comuniquem isso, fornecendo uma ferramenta, um canal, pelo qual se sintam confiantes para se manifestar.

Atender a tantas exigências implica em colocar em prática um termo bem conhecido no mundo corporativo: a resiliência. Mais do que nunca, essa soft skill se faz necessária para obter sucesso.

Uma estratégia resiliente é optar sempre pela construção no formato MVP (Minimum Viable Product). Atuar com a metodologia do produto mínimo viável é garantir a possibilidade de alterar o produto sem implicar em muito esforço e tempo despendido.

Pensar grande é incentivador, mas começar pequeno e, aos poucos, ir agregando produtos e serviços é a melhor escolha para poder voltar atrás quando for necessário, a fim de fazer alterações pertinentes para se adequar ao público-alvo.

Construa a jornada do cliente

Uma empresa existe para oferecer algo para alguém. Quem é esse alguém? Como ele se comporta? Como é o dia a dia dele, desde quando acorda até quando vai dormir?

Construir a persona, e, a partir disso, pensar na sua jornada de compra é fundamental para que o consumidor sinta que as suas necessidades estão sendo supridas e que ele não precisará se preocupar com nada. O único compromisso do cliente passa a ser: solicitar e pagar por isso. Assim, tudo que envolve o produto ou serviço precisa já ter sido pensado pela empresa.

Essa segurança gera credibilidade, confiança e a certeza de que o cliente voltará a consumir porque a lembrança da experiência que teve foi a melhor possível – talvez até surpreendente.

Teste, reteste e tenha um plano B

Antecipar problemas é a melhor forma de evitá-los. Pensar no caminho feliz é fácil. E se algo der errado?

É necessário ter na cartola uma segunda opção para resolver os problemas que podem surgir em todas as etapas que envolvem o gerenciamento do negócio, desde aquelas que provêm do trabalho dos colaboradores até as que dependem de empresas terceirizadas.

É claro que todos os processos têm um fluxo lógico para seguir, mas é preciso fugir do status quo e pensar além. Não ficar engessado evita paralisar diante de uma nova dificuldade. E isso deve ser pensado desde o início da abertura da empresa, pois, se desde o início não seria possível suprir o que é ofertado de outras formas, como será quando houver momentos de turbulências e mudanças no cenário econômico?

Uma alternativa para conferir se o produto ou serviço está oferecendo o que propõe é manter um grupo oficial de testadores, com perfis diferentes, porém interessados no seu negócio. Assim, a cada inovação, eles serão os primeiros a dar feedbacks – que servirão para melhorias. Saber ouvir, com empatia, é um desafio que deve ser encarado sempre, em prol de quem produz e de quem consome os produtos ou serviços.  


Faça o que realmente gosta

Visualize a sua vida daqui 5 anos. Agora, daqui 10 anos. Você se observa feliz atuando na empresa que pretende abrir agora? Ou essa seria uma primeira experiência a ser testada, para depois, quem sabe, migrar para outro ramo?

Esses questionamentos buscam responder se o negócio de hoje fará sentido para você a longo prazo.

É claro que é importante atuar em algo que tenha demanda, porém esse mesmo campo de atuação deve ser prazeroso para você. Afinal, o caminho a ser percorrido, provavelmente, terá mais espinhos do que flores. Gostar do que faz ajuda, e muito, a driblar os imprevistos que estão por vir.

Desenvolva um plano de negócio

Independentemente do conhecimento que você tem sobre administração, marketing e finanças, é necessário construir um plano de negócio adequado ao porte e ao tipo de negócio da sua empresa. Coloque na balança os custos e defina o que vai vender, como, para quem e o porquê.

Registre os insights que tiver sobre a sua ideia e busque ajuda para estruturar a sua primeira empresa. Invista em cursos online e conte com a ajuda de organizações e entidades que prestam atendimento aos empreendedores de primeira viagem, inclusive de forma gratuita.

Com acesso fácil a tantas informações, alinhado à tecnologia, o que não pode deixar de faltar é a motivação, que deve ser nutrida diariamente, sem deixar de lado o foco da empresa e o diferencial que esta pode entregar aos clientes.