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Ataques cibernéticos ameaçam o setor financeiro. Como se prevenir?

Os ataques cibernéticos a instituições financeiras se tornaram a maior preocupação dos analistas de risco e gestores do setor. E não é pra menos, já que recentemente houve o maior roubo de criptomoedas da história: US$ 533 milhões em NEM foram desviados de uma das principais casas de câmbio de moedas digitais do Japão, a Coincheck. Esse desvio na nona criptomoeda mais valorizada no mercado causou impactos na conta de 260 mil clientes e um rombo de aproximadamente US$ 425 milhões nas contas da empresa. O caso expôs a vulnerabilidade do setor, como a falta de profissionais capacitados e a criação de leis mais rígidas para punição dos responsáveis.

No Brasil, dezenas de casos de vazamento de informações de clientes engrossam as estatísticas de crimes virtuais. Dados bancários nas mãos de cibercriminosos podem causar grandes transtornos, como compras virtuais, fraude de identidade, assinatura de pacotes de serviços, entre outros. A disseminação de números de documentos e endereços na rede e a ameaça de ataques cibernéticos fazem com que as instituições financeiras gastem três vezes mais com estruturas de TI.

Além disso, o Conselho Monetário Nacional (CMN) determinou que os bancos e as instituições financeiras que atuam no Brasil apresentem um plano de segurança cibernética. O documento deve conter informações como o responsável pela área e a definição do comportamento dos profissionais da organização, caso haja violações nos sistemas dessas instituições. Em entrevista ao G1, o diretor do Banco Central Otávio Damaso afirmou que “os ataques cibernéticos estão cada dia mais profissionais e é preciso chamar a atenção para os bancos e instituições financeiras. É um movimento que já está acontecendo em outros lugares do mundo”.

A preocupação com ataques cibernéticos é latente e um dos motivos que torna o setor financeiro um alvo atraente é a conexão entre os sistemas. Dessa forma, uma invasão bem-sucedida em uma dessas redes pode se propagar rapidamente, causando um estrago financeiro nos cofres e na reputação da empresa.

Mas como se prevenir contra ataques cibernéticos? As startups podem contribuir para a segurança do setor financeiro? Confira abaixo!

3 formas de combater os ataques cibernéticos

Fortalecer defesas

O primeiro passo no combate aos ataques cibernéticos já foi dado quando o Banco Central passou a exigir um plano de segurança contra eles. No entanto, é essencial criar mecanismos de defesa mais eficientes para proteger os dados bancários dos cidadãos. Inclusive, também é necessário empoderar os clientes para que estes tomem medidas visando proteger seus dados.

Embora a mídia fale bastante sobre as ameaças e ataques cibernéticos, boa parte da população brasileira conectada ainda não tomou o problema para si e continua, por exemplo, utilizando programas piratas, baixando arquivos suspeitos e não usando um antivírus de qualidade.

Capacitação

Vivemos em uma época em que tudo muda o tempo todo e onde muitos dos problemas ocorridos não contam com precedentes históricos, principalmente quando se trata de avanços tecnológicos. Assim, a capacitação da equipe acaba se tornando uma grande arma para combater os ataques cibernéticos.

Inclusive, uma das vulnerabilidades da Coincheck foi justamente não ter pessoal capacitado para gerenciar as carteiras frias de criptomoedas. Na falta desses colaboradores, boa parte dos valores em NEM ficavam em carteiras quentes, ou seja, conectadas a redes online e, portanto, mais expostas às ações dos cibercriminosos.

Além disso, é essencial que os profissionais de TI compartilhem seus conhecimentos com os demais colaboradores das instituições financeiras. Afinal, eles já contam com hábitos de segurança por estarem mais envolvidos com o mundo digital, mas é preciso reduzir erros por falta de conhecimento ou ingenuidade do usuário.

Atualização da legislação

Vários países começaram a tornar as leis mais rígidas para punir os responsáveis pelas ameaças virtuais. Por aqui, essas mudanças também já estão acontecendo. Criou-se uma legislação específica para crimes que envolvam a violação de dados pessoais, vazamentos de imagens e uso de dados de cartões de crédito e débito.

Recentemente, também foi aprovado em regime de urgência um projeto de lei que pretende regulamentar a coleta e o uso de dados pessoais dos cidadãos. O texto da PL 53/2018 prevê a criação de um novo órgão regulador a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) –, que será vinculado ao Ministério da Justiça.

Agora que você já sabe como os bancos podem se prevenir dos ataques cibernéticos, conheça o Bitcoin e veja como essa moeda vai revolucionar o mercado mundial.